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sexta-feira, 22 de maio de 2009

Caso Dienefer - Polícia Civil de Uberlândia prende mais dois envolvidos

A Polícia Civil de Uberlândia prendeu na manhã de ontem (quinta-feira, 21) o comerciante Luismar Balbino da Silva, 45 anos, e a dona de casa Ariana Vera Cristina Medeiros Silva, 20 anos, investigados por suposta participação na morte da menina Dienefer Aparecida dos Santos, 12 anos, e na subtração do bebê Leandro Campos Júnior, 6 meses, ocorridos no dia 2 de maio.

Os dois tiveram a prisão temporária decretada pelo Judiciário, por um período de 30 dias, a partir de ontem.

Luismar foi preso ao trafegar, em seu carro, por uma rua do bairro Jardim das Palmeiras e não resistiu à prisão. A mulher recebeu voz de prisão na casa dela, no bairro Martins. Ontem mesmo, Ariana foi encaminhada para o Presídio Jacy de Assis. O comerciante está recolhido na carceragem da 16a Delegacia Regional de Polícia Civil e será interrogado hoje. Segundo a Polícia Civil, há indícios fortes de que ambos participaram da morte da adolescente.

O delegado de Homicídios, Rogério Martinez, informou que não dará entrevista sobre as prisões, por as investigações ainda estarem em andamento.

A promotora de vendas Efigênia Pena Guimarães Balbino da Silva, 34 anos, continua presa, acusada da subtração e do homicídio, e seu filho, E.H., 15 anos, acusado de atuação no seqüestro do bebê permanece apreendido. A menina teve o corpo esquartejado, provavelmente no dia seguinte ao desaparecimento. Tronco e cabeça foram encontradas num lixão da Estação Rodoviária; os membros superiores num bueiro do Parque do Sabiá e as pernas no aterro sanitário.

Rogério Martinez confirmou que a Polícia Civil procura por outro homem supostamente envolvido no crime. Porém, segundo ele, o nome da pessoa não pode ser revelado para não atrapalhar as diligências. Uma equipe da Delegacia de Homicídios esteve ontem à sua procura, na região.  
 

Assessoria de Imprensa da 16a Delegacia Regional de Polícia Civil
Uberlândia – MG




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quarta-feira, 13 de maio de 2009

Polícia Civil prende homem suspeito no caso Dienefer

A Polícia Civil de Uberlândia informa que se encontra preso desde a tarde de segunda-feira, 11 de maio, o senhor B.A.R.S., 47 anos, suspeito de estar envolvido no desaparecimento da menina Dienefer Aparecida Costa dos Santos, 12 anos, encontrada esquartejada na terça-feira, dia 5, sem os braços e as pernas, numa caçamba de lixo da Estação Rodoviária, na zona Oeste.

O cidadão foi preso por policiais da Delegacia de Homicídios, que investiga o crime, quando se encontrava em casa, num bairro da cidade. Segundo o delegado Rogério Martinez, B.A. teve a prisão decretada temporariamente por 30 dias, a fim de que todas as diligências sobre ele sejam realizadas. O indivíduo é amigo de Efigênia Guimarães Balbino da Silva, 34 anos, presa na quinta-feira.

O delegado informou que Efigênia esteve na casa de B.A no sábado, dia em que Dienefer e seu sobrinho, de 6 meses, foram seqüestrados na porta de casa. O suspeito declarou que a acusada raspou a cabeça do bebê, em sua residência, e depois saiu. O bebê foi encontrado vivo, nu e abandonado à noite. A Polícia Civil quer agora apurar até que ponto o homem está envolvido no caso todo. 

Perícia 

Peritos de Uberlândia e de Belo Horizonte realizaram ontem (terça-feira, 12)perícia e coleta de materiais na residência de Efigênia. Os trabalhos duraram das 17h30 às 21 horas, inclusive com o uso de luminol. Uma cova rasa cavada no quintal da casa foi averiguada e encontrados cabelos humanos. O material foi levado por dois peritos para a Capital para serem examinados. 

Assessoria de Imprensa da 16a Delegacia Regional de Polícia Civil
Uberlândia – MG

sábado, 9 de maio de 2009

Sobre a morte da estudante em Uberlândia

Comunicado

A 16a Delegacia Regional de Polícia Civil de Uberlândia esclarece que notícias divulgadas nesta sexta-feira, dia 08 de maio, por alguns veículos de comunicação acerca de que já está concluído o laudo de necropsia da estudante Dienefer Aparecida Costa dos Santos, 12 anos, não procedem.

A circunstância da morte da estudante se encontra em apuração e será divulgada oportunamente.

Também esclarece que a notícia sobre possíveis prisões feitas nesta data e sobre supostos mandados de prisão a serem cumpridos não têm fundamento.

A Polícia Civil vem conduzindo o inquérito policial sobre o caso, de forma cautelosa, criteriosa e responsável, bem como está realizando diligências e carreando para o inquérito os depoimentos, laudos periciais, e as provas materiais para a elucidação do caso.

Por outro lado, a 16a Delegacia Regional de Polícia Civil informa que partir desta data a divulgação de novas informações sobre o caso será feita por meio de entrevista coletiva, convocada pela Assessoria de Imprensa, determinada pela Chefia desta Regional.

Finalmente, a 16a Delegacia Regional de Polícia Civil de Uberlândia pede a compreensão dos órgãos de imprensa e da população.

ssessoria de Imprensa
16a DRPC/Uberlândia-MG

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Polícia Civil informa que restos mortais de menina foram achados

O delegado regional de Polícia Civil de Uberlândia, Samuel Barreto de Souza, informou agora há pouco (quinta-feira, 7) que foram localizados, por volta das 17 horas, os membros inferiores do corpo da menina Dienefer Aparecida Costa dos Santos, 12 anos, encontrada esquartejada, na terça-feira, numa caçamba de lixo da Terminal Rodoviário Presidente Castelo Branco.

Segundo o delegado regional, as pernas de Dienefer, membros que ainda faltavam ser localizados, estavam dentro de um saco de plástico azul, jogado no lixão do aterro sanitário situado no final da avenida José Andrauss Gassani, próximo à BR-050, no sentido Araguari, atrás do Distrito Industrial. Os restos mortais estão sendo periciados no Instituto Médico Legal (IML).

O operador de máquinas José Humberto da Silva, que removia o lixo, utilizando uma máquina de esteiras, suspeitou de um saco de plástico que apareceu no monte dos detritos. "Ele disse que viu que ali estava um pé e lembrou do caso da menina", declarou o delegado regional. Samuel Barreto enviou os delegados Rogério Martinez, de Homicídios, e Lia Valecchi, de Menores, que cuidam do caso, e um perito criminal para acompanhar a ação no local.

O delegado regional disse, também, que a acusada do crime, a promotora de Vendas, Efigênia Guimarães Pena Balbino da Silva, foi removida no final da tarde para o Presídio Jacy de Assis. Por volta do meio dia ela tentou se matar, por enforcamento, ao usar pedaços de uma sacola de plástico. O próprio delegado, que estava próximo à carceragem, socorreu a mulher e a levou para o Hospital de Clínicas. Nada de grave foi constatado.

Samuel Barreto de Souza disse que com o achado das pernas da garota estão encerradas as buscas aos membros da menina, que ainda faltavam. As pernas estavam seccionadas na altura do joelho, um indício de que quem a esquartejou praticou o corte para que eles coubessem em sacolas plásticas. O corpo, sem os braços e pernas foram achados na quarta-feira, 6, no lixão da Rodoviária, e os braços foram encontrados no dia seguinte, em uma sacola plástica azul, num bueiro do Parque do Sabiá. 

Assessoria de Imprensa da Polícia Civil de Uberlândia

Polícia Civil concede entrevista sobre caso da menina esquartejada

A Polícia Civil de Uberlândia informou agora há pouco (quinta-feira, 7), em entrevista coletiva que a promotora de vendas Efigênia Guimarães Pena Balbino da Silva, 34 anos, acusada de matar e esquartejar a estudante Dienefer Aparecida Costa dos Santos, 12 anos, e de jogar o corpo no lixo, nega a autoria do homicídio, mas admite ter ocultado o cadáver a mando, segundo ela, dos supostos autores, que ela nega revelar quem são.

Efigênia é acusada de seqüestrar a estudante e o sobrinho, de 6 meses, no sábado, por volta do meio dia. O bebê foi localizado vivo, à meia noite de domingo, abandonado na porta de uma casa, no Setor Chácaras Tubalina. Já Dienefer teve fim trágico. Seu corpo foi achado por policiais civis, sem os braços e as pernas, e dentro de uma sacola, numa caçamba de lixo ao lado do terminal rodoviário de Uberlândia, no final da tarde de terça-feira.

O delegado de Homicídios de Uberlândia, Rogério Martinez, que preside o inquérito, concedeu a entrevista coletiva. Ele disse que Efigênia prestou depoimento por quase 10 horas, entre a tarde de quarta-feira e a madrugada de quinta-feira, porém ao falar entrou, por várias vezes em contradição e prestou um depoimento muito confuso. Ela será indiciada por homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

Rogério Martinez disse que a Polícia Civil procura por outros envolvidos, mas por enquanto não pode adiantar nada para não atrapalhar as investigações. Ele acrescentou que ouvirá mais gente entre hoje e amanhã. Como a mulher foi presa em flagrante, a polícia tem 10 dias para concluir o inquérito policial. Sobre o filho de Efigênia, E.H., 15 anos, que teria ajudado a mãe a jogar o corpo no lixo, Rogério disse que por enquanto não há indícios da participação dele. O menor está sob a custódia do Conselho Tutelar, por não ter parentes diretos em Uberlândia.

Perguntado se a morte da garota pode estar relacionada a ritual de magia negra, uma vez que artefatos deste tipo de ato e duas cartas invocando uma certa entidade deste culto foram achados na casa, o delegado disse que a investigação não aponta até agora nada a respeito, mas que esta é uma hipótese que faz parte da linha de apuração. A outra é de que ela tenha matado a criança para impedir que ela a denunciasse, já que fora seqüestrada juntamente com o bebê, na porta de sua casa, no bairro Canaã.

A mulher será encaminhada agora à tarde para o Presídio Jacy de Assis, onde ficará aguardando por decisão judicial. Por volta do meio dia, segundo o delegado, ela tentou se enforcar no interior da cela separada, a qual ela se encontrava. O delegado regional Samuel Barreto de Souza, que estava no local, a socorreu na hora e a levou para o Hospital de Clínicas. Ela passou por exame de corpo de delito e nada de grave foi constatado. A delegada de Menores Lia Eunice Valechi, que atua no caso, em conjunto com Rogério, participou da coletiva. 

Assessoria de Imprensa da Polícia Civil de Uberlândia

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Polícia Civil encontra braços de estudante desaparecida

A Polícia Civil de Uberlândia encontrou agora à tarde (quarta-feira, 6) os braços da estudante Dienefer Aparecida Costa dos Santos, 12 anos, morta e esquartejada e jogada no lixo, depois de ter sido seqüestrada no sábado, juntamente com o sobrinho, o bebê Leandro Campos Filho, 6 meses, na porta de sua casa, na rua Padre Nilo, no bairro Canaã.

Os restos mortais foram encontrados por policiais da Delegacia de Menores, por volta das 12h35. Eles estavam dentro de um saco plástico, num bueiro no Parque do Sabiá. Segundo a Polícia Civil, a indicação de onde estavam os braços havia sido dada por um filho da acusada do crime, a promotora de vendas Efigência Guimarães Pena Balbino da Silva, 34 anos, que alegou ter ouvido a mãe falar ao celular com uma amiga a quem contara o ocorrido.

Os policiais se dirigiram para o Parque do Sabiá e não demorou achar o bueiro. Os delegados Rogério Martinez, de Homicídios, e Lia Eunice Valechi da Silva, de Menores, que investigam o caso, acompanharam a ação policial. Os dois interrogam hoje à tarde a acusada do crime e o filho. Efigência foi presa, em flagrante, na madrugada de hoje, e o adolescente foi apreendido num hotel, aonde ele e a mãe se hospedaram desde a manhã de terça-feira.

Policiais civis e militares se encontram no parque procurando pelos membros inferiores da menina, que continuam desaparecidos.

A estudante foi esquartejada e jogada numa caçamba de lixo do Terminal Rodoviário Presidente Castelo Branco. A polícia crê que ela foi morta no dia do seqüestro ou no domingo. O bebê foi encontrado vivo, no domingo à noite, nu, com a cabeça raspada, e com escoriações, abandonado na porta de uma casa no Setor Chácaras Tubalina. Efigênia deverá ser indiciada por subtração de incapaz, homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

Assessoria de Imprensa da Polícia Civil de Uberlândia
Uberlândia – MG

Acusada de seqüestro de bebê e de morte de adolescente é presa, na madrugada

A Polícia Civil de Uberlândia interroga agora à tarde (quarta-feira, 6), a promotora de vendas Efigênia Guimarães Pena Balbino da Silva, 34 anos, acusada de seqüestrar no sábado, dia 2, o bebê Leandro Campos Filho, 6 meses, e de matar, provavelmente no domingo, a estudante Dienefer Aparecida Costa dos Santos, 12 anos, levada junto com a criança. O bebê foi localizado vivo, por volta da meia noite de Domingo, abandonado na porta de uma casa no Setor Chácaras Tubalina, nu, com cabeça raspada e com escoriações. O corpo da adolescente foi achado esquartejado, na tarde de terça-feira, dentro de uma sacola, jogada numa caçamba de lixo no estacionamento da estação rodoviária da cidade.

Efigênia foi presa pela Polícia Militar, por volta das 2 horas da madrugada, na avenida João Naves de Ávila, no bairro Santa Mônica, em frente a um shopping, quando telefonava para uma amiga. De acordo com a polícia, desde a data que jogou o corpo no lixo, ela teria se hospedado com um filho de 15 anos, num hotel da rua Rio Branco, no bairro Cazeca. O menor E.H.G.M., foi encontrado no hotel dormindo e está apreendido. Ele também será interrogado nesta tarde pelos policiais que cuidam do caso.

Segundo o delegado de Homicídios, Rogério Martinez, as provas e indícios colhidos até agora apontam a mulher como a autora dos crimes. Ela era vizinha da família da vítima e seqüestrou o bebê com o objetivo de mostrá-lo ao amásio, que está preso, que havia ficado grávida dele e dado à luz. A menina teria sido morta porque Efigênia temia ser denunciada por ela. Dienifer estava com o bebê nos braços, no Sábado, na porta de casa, quando foi seqüestrada, com a criança.

Assessoria de Imprensa da Polícia Civil de Uberlândia
Uberlândia – MG