segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Movimento "Todos pela Vida"

Foi realizada a segunda ação do Movimento Todos pela Vida. Na última quinta, 27, aconteceu um debate entre população e convidados para propor soluções para o problema dos altos índices de crimes violentos em Uberlândia.

Os convidados que compuseram a mesa de debates foram: Gabriel Labeca, Paulo Eduardo Arantes e Antônio César, da equipe de organização; o vereador e advogado Adriano Zago; Wiliam, representante do vereador Wiliam Alvorada; Padre Baltazar, representante de movimentos sociais e professor; Marli, professora, psicopedagoga e moradora do bairro Tocantins; Maria Isabel, Professora em escolas nos bairros Tocantins e Guarani; Maurício, representante da Secretaria de Defesa Social; Claudio Vitorino, agente penitenciário; Cristiano, psicólogo; e Francisco Dutra, professor universitário.

Cada integrante da mesa pôde abordar o assunto conforme as próprias experiências e perspectivas. Foram discutidos os entraves e a importância das políticas públicas nas esferas Federal, Estadual e Municipal, ações e posturas adotadas pela Prefeitura frente aos diversos problemas, questões relacionadas à prevenção da criminalidade, envolvendo educação, atenção às famílias mais carentes, vítimas das drogas, gargalos no sistema pericial e prisional, e projetos de re-socialização de presidiários. Gabriel Labeca, um dos integrantes da organização, afirmou que um dos destaques da discussão foi a criação da nova secretaria anti-drogas. "Estamos levando em conta que ela está sendo criada em período pré-eleitoral e entendemos que ela deve ser gerida não por cargos políticos, mas por grupos idôneos e experientes no assunto", ressaltou. 

O grupo acordou em procurar e estudar os trabalhos já existentes com propósitos afins com os do Movimento Todos pela Vida, sejam eles governamentais ou não, com o objetivo de fortalecer aqueles com maior afinidade e potencialidade de multiplicação social. As educadoras têm acompanhado de perto o drama dos homicídios nos bairros carentes e se propuseram a identificar as maiores necessidades dos grupos de risco, para assim desenvolver projetos em suas áreas de atuação. Os organizadores do movimento mantêm o compromisso ao qual se propuseram, de mobilização e conscientização social. Em breve, será realizado um outro debate, mais amplo e já com os resultados destas análises e projetos. 

Érica Goulart | Ares
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