sábado, 15 de janeiro de 2011

A Construção Civil contra a Dengue

Há dias chove muito em Uberlândia e por isso, as pessoas precisam ficar mais atentas. O motivo é que com as chuvas aumenta a probabilidade de vasos, pneus, baldes ou qualquer superfície côncava reter água, lugar ideal para a proliferação do mosquito da dengue.

 

Em obras da construção civil não é diferente. São vários baldes, latas, barris, maquinário, material exposto a água que tem como acumular o líquido e ficar lá parado. Para que isso não ocorra é preciso cuidado por parte dos trabalhadores do setor. Pensando em minimizar essa realidade, o Sindicato das Indústrias de Construção Civil do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, Sinduscon-TAP, ligado à Fiemg Regional Vale do Paranaíba, está realizando a campanha "Mãos à obra contra a dengue".

 

"A campanha é para conscientizar as pessoas que ninguém está livre desse perigo e é preciso contribuir na tentativa de erradicar esse mal que a todo tempo nos assola. Se cada um contribuir um pouco, fica cada vez mais fácil afastar o Aedes Aegypti da nossa comunidade", diz o presidente do Sinduscon-TAP, Paulo Roberto Ribeiro.

 

Para ajudar nesse processo, o Sinduscon-TAP se põe a disposição de quem necessitar de ajuda. É só entrar em contato pelo telefone (34) 3236-3163 e agendar uma visita dos agentes de saúde.

 

Prevenção

Algumas medidas simples podem ser tomadas para que o mosquito da Dengue não se prolifere:

- Evitar água parada.

- Sempre que possível, esvaziar e escovar as paredes internas de recipientes que acumulam água.

- Manter totalmente fechadas cisternas, caixas d'água e reservatórios provisórios tais como tambores e barris.

- Furar pneus e guardá-los em locais protegidos das chuvas.

- Guardar latas e garrafas emborcadas para não reter água.

- Limpar periodicamente, calhas de telhados, marquises e rebaixos de banheiros e cozinhas, não permitindo o acúmulo de água.

- Jogar quinzenalmente desinfetante nos ralos externos das edificações e nos internos pouco utilizados.

- Drenar terrenos onde ocorra formação de poças.

- Não acumular latas, pneus e garrafas.

- Encher com areia ou pó de pedra poços desativados ou depressões de terreno.

- Manter fossas sépticas em perfeito estado de conservação e funcionamento.

- Colocar peixes barrigudinhos em charcos, lagoa ou água que não possa ser drenada.

- Não despejar lixo em valas, valetas, margens de córregos e riachos, mantendo-os desobstruídos.

- Manter permanentemente secos, subsolos e garagens.

- Não cultivar plantas aquáticas.

 

Karen Cardoso | Serifa 

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