quarta-feira, 22 de setembro de 2010

CDL Uberlândia encerra rodada de encontro com candidatos

Ricardo Siqueira, Celso Vilela, João Bittar, Jaudet Zeki Rassi, Anelton Alves e Josias Espíndola - divulgação


Entidade recebeu o candidato a deputado federal, João Bittar

O candidato a deputado federal, João Bittar (DEM), fechou ontem (21), pela manhã, o ciclo de encontro com os candidatos a deputados estadual e federal, que vinha acontecendo desde julho na Câmara de Dirigentes Lojistas de Uberlândia (CDL). O objetivo da entidade foi abrir espaço para que os candidatos apresentassem seus planos de governo e plataformas políticas para as eleições 2010.


Em pouco mais de 60 dias, a Entidade ouviu as propostas dos candidatos, apresentou suas reivindicações e entregou, a cada um, uma pauta de sugestões.


Acompanhado por seus assessores, João Bittar fez um breve discurso o início da carreira política e sobre sua paixão pela área social. "Não sou assistencialista. Acredito que a transformação de uma sociedade pode ser feita através da assistência social, porém com foco na promoção das pessoas. Conseguimos recursos para oferecer 40 mil cursos profissionalizantes gratuitos em Uberlândia e região. Outros 50 mil jovens foram inseridos em projetos esportivos, pedagógicos e culturais em todo o estado de Minas Gerais. São 18 unidades de atendimento social para crianças e idosos em 12 cidades diferentes", pontuou Bittar.


Após a exposição das propostas de governo, empresários e diretores da classe apresentaram suas preocupações. O conselheiro consultivo da Câmara de Dirigentes Lojistas de Uberlândia (CDL), Rubens Spirandelli, defendeu a regulamentação do Código de Defesa do Contribuinte.


"Comprometo-me a verificar como está essa situação, porque este setor precisa ser defendido e não pode ser escravo do poder público. Verdadeiramente é ele quem gera emprego e oportunidades. Para que a regulamentação ocorra, é preciso um movimento grande para a sensibilização do governo", afirmou Bittar.


Para o conselheiro fiscal, Anelton Alves da Cunha, a regulamentação deve ser feita em nível Federal. "Pois é o poder maioral que sobrepõe aos outros", ressaltou.


Outra preocupação, desta vez apontada pelo diretor jurídico da CDL, Jaudet Zeki, foi com relação à criminalidade no País. "É preciso avaliar a idade mínima para quem comete crimes, pois, se um jovem de 16 pode votar, é capaz de responder por seus erros também", acredita Jaudet.


Com relação ao assunto, Bittar afirmou que, só em segurança, foram injetados R$8 milhões para a aquisição de equipamentos para as polícias militar, civil e bombeiros. E concordou com Jaudet e José Neuton dos Reis, diretor de relações públicas da entidade, que deve haver uma assistência às famílias que têm filhos usuários de drogas, motivo maior da criminalidade.


Segundo o presidente da CDL Uberlândia, Celso Vilela, a pauta de reivindicações foi entregue a todos os candidatos que passaram pela entidade. "Esperamos que a nossa classe seja ouvida, antes das tomadas de decisões, por todas as esferas do governo. Esse bate papo com os candidatos foi um marco na entidade. Expomos nossos anseios e fizemos algumas solicitações que contribuirão para a melhoria do setor, se forem atendidas", concluiu.


A CDL Uberlândia recebeu os candidatos a deputado federal Gilmar Machado (PT-MG), Hélio Ferraz (PP), Murilo Ferreira (PDT) e João Bittar (DEM), e os candidatos a deputado estadual, Tenente Lúcio (PDT), Arquimedes Diógenes (PT), Wilson Pinheiro (PTC), Liza Prado (PSB), Luiz Humberto Carneiro (PSDB) e Leonidio Bouças (PMDB).

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