terça-feira, 29 de setembro de 2009

Diabetic Center chega em Uberlândia e inaugura novo conceito em educação para diabéticos

Evento acontece dia 30 na Farmácia Unimed Uberlândia 

                Acontece nesta quarta-feira, 30, das 8h às 18h, na Farmácia Unimed Uberlândia (Av. João Pinheiro, 673, centro)  em ação aberta a toda população, o lançamento do programa Diabetic Center, um novo conceito em atenção farmacêutica às pessoas diabéticas.

"A ação será realizada durante todo o dia com a oferta de um mix de serviços desenvolvidos por uma equipe multidisciplinar que vai fazer detecção de diabetes, orientações nutricionais, dicas de beleza e ainda sortearemos brindes", diz Cleuber Pacheco da Silva, farmacêutico responsável pela Farmácia Unimed Uberlândia.

A inauguração contará com a presença da diretoria da Unimed Uberlândia, além de autoridades locais, médicas e clientes corporativos. 

Diabetic Center: novo conceito em tratamentos

O professor e membro da Sociedade Brasileira de Diabetes, Luiz Carlos Henrique, idealizador do programa Diabetic Center propõe um novo conceito no tratamento da diabetes, através de atendimento personalizado, serviços como orientação nutricional, dicas de saúde e produtos atualizados. Entre os principais produtos comercializados pelo serviço Diabetic-Center estão: monitores de glicemia, monitores de glicemia + colesterol + triglicérides, tiras de testes para os monitores, lancetas, cremes pédicos, álcool em sache, hidratantes, canetas injetoras de insulina, agulha para caneta injetora, seringas para aplicação de insulina, insulinas, alimentos diet, adoçantes, livros, balanças digitais e muito mais.

Segundo o farmacêutico, Cleuber Pacheco da Silva, implantar o Diabetc Center na Farmácia Unimed Uberlândia reforça o compromisso que a Unimed Uberlândia tem com seus clientes, colaboradores e cooperados. "A finalidade do programa Diabetic Center é conscientizar o diabético de que aderindo ao tratamento ele pode ter uma vida saudável e longa, sem complicações mais sérias. Nosso objetivo é promover a educação em diabetes", esclarece Pacheco.

O Diabetic Center tem orientações nutricionais gratuitas através de palestras on line pelo site www.diabetic-center.com.br. "Além disso, no dia 30 teremos a presença do idealizador do programa, Luiz Carlos Henrique, orientando nossa equipe e, nos próximos meses, começaremos os ciclos de palestras para os clientes que aderirem ao programa", acrescenta Pacheco.

A ação terá também o apoio da Unimed Previne, Universidade Martins do Varejo, Bayer Diabetes Care, Johnson & Johnson, Instituto Embeleze, Colgate, Procter e Gambler. 

Diabete em números

Estima-se que o diabetes afeta cerca de 246 milhões de pessoas em todo o mundo. Até 2025, esse número deve chegar a 380 milhões. A doença se expande rapidamente à medida que a população envelhece e hábitos alimentares poucos saudáveis tomam conta do dia a dia. A incidência dos principais tipos de diabetes - o tipo 1 (que necessita do uso de insulina) e o tipo 2 (controlada principalmente por medicamentos, dietas e exercícios) - está aumentando em crianças e adolescentes. Pais, familiares, médicos e professores devem conhecer os sintomas para possibilitar tratamento imediato e evitar complicações. 

Entenda a doença

Fonte: Revista Super Interessante e  Sociedade Brasileira de Diabetes 

A diabete é uma desordem no metabolismo que se caracteriza pelo excesso de glicose no sangue – o que vai de encontro aos padrões de bom funcionamento do organismo. Todas as células precisam de energia para funcionar a pleno vapor. Essa energia vem dos alimentos, em especial dos carboidratos. Pães, massas e tubérculos, depois de digeridos, se transformam em açúcar – isto é, glicose –, que vai para a corrente sangüínea a fim de ser distribuído para as células do corpo todo, principalmente as do cérebro. A glicose, porém, só pode ser absorvida com a ajuda da insulina, um hormônio produzido pelo pâncreas especialmente para essa tarefa, trata-se de um processo metabólico vital. Células abastecidas funcionam de modo eficiente e permitem a realização de todas as atividades diárias, como dormir, trabalhar e se exercitar. O nível de açúcar no sangue, chamado de glicemia, se mantém equilibrado graças à atuação da insulina. A quantidade do hormônio aumenta ou diminui de acordo com a disponibilidade da glicose na corrente sangüínea. A cada missão cumprida, a insulina presente no corpo é degradada naturalmente. Por isso, novos estoques do hormônio precisam ser constantemente fabricados pelas células especializadas do pâncreas.

Porém, a diabete surge quando esse processo começa a apresentar falhas. Na diabete do tipo 1, por motivos ainda incompreendidos, o organismo passa a enxergar as ilhotas do pâncreas como estruturas estranhas e, por meio de um mecanismo imunológico, produz anticorpos para atacá-las. Quando as ilhotas são destruídas, a insulina deixa de ser fabricada. Como consequência, as células não conseguem absorver a glicose e, esfomeadas, vão buscar energia em outro lugar. O corpo começa, então, a investir contra as gorduras. A queima de gorduras produz substâncias ácidas conhecidas como cetonas, que passam a se acumular no sangue.

A acidose, como é chamado o excesso de cetonas no sangue, combinada com os altos níveis de açúcar na corrente sangüínea – em outras palavras, hiperglicemia –, provoca sintomas em cadeia. Há produção de um volume exagerado de urina para eliminar a glicose excedente. Aparece, então, uma sensação de sede excessiva, como tentativa do corpo de compensar a perda de líquidos. Mas isso não evita a desidratação. A pessoa perde peso, fica fraca, cansada e sente náuseas. Num intervalo de poucos dias, se não forem tratadas a tempo, a acidose e a hiperglicemia, juntas, podem levar ao coma diabético.

Fernanda Beraldo / Serifa Comunicação

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